quinta-feira, 14 de abril de 2011

Verdades e mentiras sobre clareamento dentário.


São muitos os mitos que giram em torno do clareamento dos dentes. Ao contrário do que muitos pensam, não é necessário esperar que os dentes estejam manchados ou escuros demais para optar por um tratamento de clareamento. “O clareamento é recomendado para todo paciente insatisfeito com a cor de seus dentes.”
Eficácia – Existem vários tipos de tratamento para clarear os dentes, porém, em alguns casos, as manchas podem ser removidas somente com profilaxia. De qualquer maneira, a alteração da cor do dente só se consegue com clareamento.
Não existem tratamentos mais ou menos eficazes. Na verdade todos os tipos de clareamento seguem o mesmo princípio: a ação de um gel (peróxido de hidrogênio ou carbamida) em diferentes concentrações, que libera oxigênio, e este altera a cor do dente.
Método – O gel não é abrasivo nem enfraquece os dentes. Quanto maior a sua concentração, mais rápido pode ser o clareamento. Concentrações acima de 20% só podem ser feitas em consultório. O gel nessas concentrações queima as mucosas e necessita cuidados especiais.
Existe também o clareamento caseiro feito com gel de 3,5 a 20% e moldeiras de silicone. Para apresentar resultados, o tratamento caseiro demora 15 dias e o uso do gel e da moldeira varia de 1 a 6 horas por dia. Os tratamentos feitos em consultório exigem pelo menos 2 sessões de cerca de 1h30 a 2 horas e o gel é ativado por uma fonte de luz (LED, Laser ou associação dos dois).
Não existe tratamento em sessão única. É só estratégia de marketing.
Resultado – O resultado é subjetivo. Cada paciente responde ao tratamento de forma diferente. Não é possível prever ou afirmar quantos tons o dente vai clarear. Depende da resposta biológica de cada um. O efeito do tratamento dura de 2 a 3 anos. Na literatura, 43% dos casos ficam estáveis por mais de 5 anos.

Alimentação – Recomenda-se evitar alimentos pigmentados durante o tratamento. No tratamento caseiro é melhor esperar pelo menos duas horas de intervalo para ingerir alimentos como café e refrigerante, por exemplo, para dar tempo de o dente hidratar.
Preço – Um tratamento caseiro custa de R$500,00 a R$1000,00. Em consultório o preço varia de R$1200,00 a R$2500,00. O preço varia de acordo com o local e nível do consultório além do aparelho utilizado para ativação dos géis. Esses aparelhos variam de R$1000,00 a US$14 mil.
Câncer – O maior de todos os mitos é o fato dos peróxidos serem potencializadores de tumores. Na verdade são, porém em concentração acima de 50%. Utilizamos 35% e sem contato nenhum com tecidos moles ou mucosas. Não há relatos de problemas sistêmicos associados a tratamentos clareadores.

Antes e Depois do clareamento

Cirurgia Bucomaxilofacial

A cirurgia buco maxilo facial é uma especialidade odontológica que trata defeitos de nascença, de doenças, traumatismos, mau crescimento crânio- facial, deformidades e outros problemas que envolvem a região do osso hióide e o osso frontal, do tragus até a pirâmide nasal. 
Pode ser realizada em ambulatórios ou consultórios quando a cirurgia é considerada pequena tipo remoção de dentes inclusos, pequenos tumores benignos, cistos, lesões peripicais ou paradentais, implantes dentários, adaptações protéticas sob anestesia local ou em hospitais quando a cirurgia é considerada de maior risco como remoção de grandes tumores, fraturas faciais, cirurgias ortognáticas e outras que necessitam de maiores cuidados e anestesia geral. A cirurgia também pode ser feita quando ocorre deformidade facial conseqüente de doenças como câncer, AIDS, tuberculose e sífilis.

Cárie

As cáries dentárias são orifícios que são causados pela decomposição gerada pela ação das bactérias na boca. A parte exterior do dente está coberta por uma camada dura de esmalte, cuja função é proteger os dentes de qualquer agressão externa. Quando esta camada desaparece progressivamente, deixa de proteger a dentição e permite aos germes presentes na boca atacarem os dentes. O interior é macio e contém nervos e vasos sangüíneos. As cáries são   produzidas quando a decomposição atravessa o esmalte e chega à cavidade interior do dente. Sente-se dor extrema quando a decomposição atinge o nervo. As cáries não são perigosas quando tratadas corretamente. Deixar um buraco no dente e o nervo exposto pode provocar uma infecção e até mesmo a perda do dente. Uma infecção não tratada invariavelmente chegará à raiz e ao osso, provocando um abscesso.
A cárie dentária é causada pela ação de um ácido (que provem da decomposição da comida e bebida produzida pela ação das bactérias que habitam na boca), que provoca a erosão do esmalte e sua posterior corrosão. A principal bactéria responsável pela cárie é a Streptococcus mutans. Outros fatores que desencadeiam a cárie dentária são a deficiente higiene bucal, a freqüente ingestão de alimentos açucarados, etc.
Os principais sintomas da cárie são dor aguda, inflamação, aumento da sensibilidade perante as comidas ou bebidas frias ou quentes, mau hálito e perda do dente.
O tratamento é realizado pelo dentista e consiste em observar os dentes, tirar uma radiografia (para ter uma visão geral da situação do dente) e, finalmente, realizar a restauração do dente. Ou seja, o material decomposto deve ser retirado com a ajuda de uma broca especial e colocar um material que serve de base para o recheio que será colocado em seguida. A substância utilizada na maioria dos casos para rechear o dente é o amalgama de prata e outros metais.
O melhor cuidado que se pode ter em relação aos dentes é a prevenção, para isto é necessário: assegurar-se de que a água potável da comunidade tenha sido fluorada em um nível de um por um milhão; usar pasta de dente; escovar os dentes e utilizar fio dental; visitar regularmente se o dentista para fazer a limpeza das arcadas dentárias (que deve ser realizada de seis em seis meses); ter uma dieta equilibrada; evitar doces e bebidas açucaradas entre as refeições; a saliva ajuda a prevenir as cáries, desde que a boca esteja limpa.

domingo, 3 de abril de 2011

Dentes Saudáveis também dependem de uma boa alimentação



Você é o que você come. Essa frase já é famosa e bastante usada para explicar como o corpo do ser humano age em relação aos tipos de alimentos. Quem consome alimentos mais leves e naturais tem um corpo saudável e aparenta ser forte, já aqueles que consomem alimentos gordurosos e o famoso fast food, geralmente estão acima do peso e não tem uma aparência saudável.
De tão preocupados com o corpo, muitas pessoas não percebem que essa frase também se encaixa perfeitamente em relação ao estado dos dentes. Se parar para pensar, verá que os dentes também ficam doentes e alguns alimentos são os grandes vilões da história. “As principais doenças bucais – cárie e doença periodontal – têm a má alimentação como uma de suas causas, além de outros fatores, como a presença de bactérias e a predisposição do hospedeiro.”
Também é fácil notar que os alimentos que de certa forma danificam o corpo não diferem muito dos alimentos que danificam os dentes. “De uma maneira geral, os alimentos açucarados, de consistência pegajosa, quando ingeridos com freqüência, representam um risco à saúde bucal. Alimentos industrializados, ricos em ácidos e substâncias químicas nocivas podem desmineralizar a superfície do dente, causando erosão e sensibilidade dental.”
Da mesma forma, há também aqueles alimentos que ajudam a preservar e a manter a saúde bucal, é claro, sempre acompanhado de uma boa higiene. “Alguns alimentos têm poder adstringente, capaz de limpar a superfície dos dentes, como os alimentos fibrosos, as frutas e os legumes (maçã, cenoura, manga, abacaxi e etc.), que também deixam o hálito fresco. Outros alimentos, ricos em cálcio, como o leite e seus derivados, são especialmente importantes para indivíduos que possuem cárie dental. Por outro lado, podem aumentar a produção de tártaro em pessoas que possuem tendência à doença periodontal. Nesse caso, os alimentos ácidos são importantes porque estimulam a salivação.” 
Mesmo sabendo que manter uma alimentação saudável ajuda a prevenir os danos bucais, não podemos esquecer que a escovação é parte importante nesse quesito. Sem ela não adianta alimentar-se de forma saudável. “É importante lembrar que o ideal é escovar os dentes após o final das refeições. Não podemos esquecer também da escovação antes de dormir, uma vez que a maioria de nós não fala e não ingere alimentos enquanto dorme, o fluxo salivar encontra-se diminuído durante o sono, para descansar as nossas glândulas salivares. A saliva é um líquido que protege os dentes, e interfere diretamente com a atividade das bactérias. Se dormirmos sem limpar adequadamente os nossos dentes e gengivas, uma quantidade elevada de bactérias em nossa boca irá se reproduzir, acelerando o processo da doença. Devemos promover a “faxina” bucal na última escovação do dia: antes de dormir.”