quarta-feira, 18 de maio de 2011

3º FICHAMENTO

Células-tronco em Odontologia

Soares, A.P.; Knop, L.A.H ;  Jesus, A.A. ; Araújo, T.M. Céluas-Tronco em Odontologia. R Dental Press Ortodon Ortop Facial.   Maringá, vol. 12, n. 1, p. 33-40, jan. /fev. 2007.


“A perda dentária e dos tecidos periodontais
pode resultar em movimento dos dentes remanescentes,
dificuldade na mastigação, fonação, desequilíbrio
na musculatura e comprometimento da
estética dentária e do sorriso, comprometendo a
auto-estima.”  (p.33)

“Células-tronco são definidas como células indiferenciadas
com grande capacidade de auto-renovação
e de produzir pelo menos um tipo celular
altamente especializado.”  (p.34)

“A viabilidade do uso de
células-tronco adultas na regeneração e reconstrução
de tecidos tem suscitado grande interesse na
comunidade científica, dado o aumento de leis em
diversos países que proíbem o uso de células-tronco
embrionárias em pesquisas.” (p.34)


“Inúmeros estudos têm isolado células altamente
proliferativas, derivadas da polpa dentárias.
Constatou-se que tais células são
multipotentes e possuem a capacidade de autorenovação
e de diferenciação em diversos tipos
celulares.” (p.34)


“Além disso, os dados desse estudo indicam que as
SHED possuem habilidade de se diferenciarem
em células odontoblásticas funcionais, adipócitos
e células neurais, além de estimularem a osteogênese
após transplantação in vivo.” (p.35)

“Alguns autores demonstraram ainda que a
regeneração da polpa induzida por hidróxido de
cálcio é mediada pela sinalização Notch célula-célula.
Os resultados foram consistentes para afirmar
que esta sinalização controla o destino de células-tronco
provenientes da polpa, durante a regeneração
da mesma.” (p.36)


“Células da polpa dentária de porcos, cultivadas
e tratadas com BMP-2, foram transplantadas
para dentes despolpados de cães, com o objetivo
de observar a diferenciação odontoblástica e a formação
de dentina. A expressão do RNAm de sialofosfoproteínas
da dentina (Dspp, sigla do inglês
dentin sialophosphoprotein) e de metaloproteinases-
20 da matriz (MMP-20, em inglês matrix metalloproteinases-
20) confirmou a diferenciação de
células pulpares em odontoblastos. Tal resultado
comprovou o efeito estimulatório da BMP-2 para
a formação de dentina”. (p.37)

“Inúmeros esforços têm sido direcionados para a
regeneração periodontal. Laino et al.11 demonstraram
a presença de células tronco-adultas no ligamento
periodontal, com propriedade clonogênica e
alta taxa proliferativa. Essas células foram estimuladas
in vitro a diferenciarem-se em células tipo cementoblastos,
através de um meio rico em L-ascorbato-
2 fosfato, dexametasona e fosfato inorgânico;
após 4 semanas observou-se acumulação cálcica,
embora em menor proporção quando comparada
com as células-tronco provenientes da medula
óssea e da polpa dentária.” (p.38)

“O objetivo da Odontologia conservadora é restaurar
ou regenerar os tecidos dentários para manter a
vitalidade, a função e a estética do dente. Gronthos
et al.8 iniciaram estudos para isolar células-tronco da
polpa dentária a partir de terceiros molares humanos
impactados. Em meio de cultura composto por L-ascorbato-
2-fosfato, glicorticóide e fosfato inorgânico,
foi observada a capacidade de tais células formar em
depósitos cálcicos in vitro. Após transplantação em
ratos imunocomprometidos, as células-tronco pulpares
exibiram habilidade de formar uma estrutura
semelhante ao complexo dentina-polpa, composto
de uma matriz de colágeno tipo I altamente organizada,
perpendicular à camada tipo odontoblástica, e
tecido fibroso contendo vasos sanguíneos, análogo à
polpa encontrada em dentes humanos normais.” (p.38)


“Na busca pela formação de um órgão dentário
completo, foram desenvolvidos experimentos em ratos,
utilizando primórdios da lâmina dentária ao invés
de populações de células-tronco isoladas6,23. Isto
evidencia uma dificuldade na manipulação de todos
os fatores envolvidos no desenvolvimento de um órgão
dentário. Além desta problemática é evidente a
necessidade da inserção e funcionabilidade do órgão
formado, de maneira que possa se integrar ao sistema





segunda-feira, 16 de maio de 2011

2º FICHAMENTO


Uso de Profilaxia Antibiótica para Pacientes Portadores de Síndrome de Down

Noguti, J. ; Frascino, A.V.M. ; Lascane, N.A. ; Fraga, C.T.P. ; Uso de Profilaxia Antibiótica para Pacientes Portadores de Síndrome de Down. Rev. Cir. Traumatol. Buco-Maxilo-Fac., Camaragibe v.10, n.4, p. 31-38, out./dez., 2010

“A Síndrome de Down (SD) é uma das anormalidades
cromossômicas que há muito vem interessando
pesquisadores das áreas da odontologia, pediatria,anatomia, entre outras.” (p.32)


 “Endocardite Bacteriana (EB) é uma infecção da camada
interna das câmaras do coração; usualmente são
as válvulas cardíacas que estão envolvidas. O estabelecimento
da EB resulta na aderência de microorganismos
na superfície cardíaca lesionada e de sua proliferação
no sítio local. Válvulas cardíacas lesionadas; como sequela de febre reumática, lesões valvulares adquiridas, superfícies cardíacas ásperas provenientes de um
fluxo forte do sangue de lesões congênitas, defeito dos
septos além do uso de válvulas cardíacas protéticas são
condições clínicas predisponentes para a endocardite
infecciosa.Assim, o papel da bacteremia na etiopatogenia
da endocardite infecciosa, o qual envolve aspectos
médicos e odontológicos, é conhecido e pode ser prevenido.” (p.33)


“Apesar do uso crescente de antibióticos e das
inúmeras tentativas de se levar ao conhecimento do
cirurgião-dentista a importância do emprego correto
da profilaxia antibiótica para pacientes especiais, como
os portadores de SD, nem sempre a migração dos microorganismos
pela corrente sanguínea durante o ato
operatório é inibida de forma eficaz, especialmente
quando estes fármacos são utilizados apenas no pós-operatório.” (p.34)

“Para pacientes portadores de
SD, deve-se, primeiramente, realizar avaliação de todas
as condições de saúde do paciente e dos procedimentos
que serão necessários para alcançar o sucesso do
tratamento. Restaurações nesses pacientes são necessárias
quando a doença cárie está presente. Este tipo
de procedimento é considerado não invasivo.” (p.35)

“Recentes estudos sugerem que o uso da Amoxicilina
tem impacto estatisticamente considerável na redução
da incidência e natureza da bacteremia nos procedimentos
odontológicos invasivos, porém não a elimina
totalmente. Ainda, não existem dados que tal redução
da bacteremia, através do uso da Amoxicilina, reduz o
risco de EB (22).” (p.36)

“Os autores concluíram que o tratamento odontológico não foi um
fator de risco e que apenas alguns casos de EB foram prevenidos com profilaxia antibiótica, mesmo se fosse100% efetiva .Pacientes com SD frequentemente possuem um histórico médico. É prudente ao cirurgião-dentista perguntar por uma avaliação do cardiologista antes
do início do tratamento odontológico.” (p.36)



 

terça-feira, 10 de maio de 2011

1º Fichamento

GINCANA DE GENÉTICA


Biologia molecular na odontologia: métodos comumente utilizados na cariologia.

Valarinil, N.; Doi, R.K.; Maciel, S.M.; Poli-Frederico, R.C.. Biologia molecular na odontologia: métodos comumente utilizados na cariologia. Odontol. Clín.-Cient., Recife,vol 10 nº(1)pag. 19 - 23, Jan./mar., 2011.

Apesar de muitos esforços, a carie
dentaria ainda e uma das lesões bucais mais comuns e afeta,
principalmente, jovens e criancas1. Estabelecer a base genética
para esta doença fornecera subsídios para o desenvolvimento
de novas estratégias de prevenção, diagnostico, tratamento,
avaliação de risco e compreensão de sua patogênese.”   (p. 1 )
“Diante do intenso desenvolvimento da Biologia Molecular,
o presente trabalho tem como objetivo apresentar ao cirurgião-
-dentista esta promissora ciência e, principalmente, mostrar a aplicação
da tecnologia em genética molecular na prevenção da carie”
dentaria. (p. 4)
 “O organismo humano e multicelular, diferentemente
de bactérias que são organismos unicelulares. Enquanto uma
bactéria deve produzir todas as proteínas necessárias para o
seu funcionamento, o corpo humano possui diferenciação celular.”  (p. 8 )”
“O controle da expressão gênica
e feito por seqüencia de DNA, que ativam o gene no momento
em que este deve se expressar e na intensidade correta.”  (p.9)

“Em 2000, foi anunciada uma versão preliminar do genoma
humano, com aproximadamente 90% de precisão. Em
2003, a versão final do genoma humano foi publicada.”  (p.11)
“Os avanços na genética bacteriana surgiram com a descoberta
do código genético, seguida do desenvolvimento da tecnologia do DNA recombinante.” (p.13)
“(...)bioquímicos e
animais implicaram que o Streptococcus mutans é o principal
agente causador da carie dentaria.” (p. 14)
“Apesar de aproximadamente
trezentas espécies bacterianas terem sido associadas
com a placa dentaria, somente a presença do S. mutans tem
sido ligada a formação dessa doença em humanos8” (p. 14)
“(...)pesquisadores já avaliavam
a suscetibilidade genética a carie dentaria por meio de estudos
com gêmeos monozigóticos e dizigoticos.” (p. 16)
“Os resultados
indicaram que gêmeos monozigóticos apresentavam incidência
de carie dentaria similar do que gêmeos dizigoticos e que
os dizigoticos de gêneros diferentes tinham variação maior.” (p. 16)
“(...)outro estudo foi realizado e mostrou
que gêmeos idênticos tinham carie em dentes correspondentes,
entretanto uma analise estatística não foi completada.” (p. 17)
 “(...)herança genética tinha participação
na cárie dentaria(...)” (p .17)
“Quatro estudos detectaram um componente genético
na suscetibilidade a carie dentaria e demonstraram que
a carie em gêmeos monozigóticos tinha uma concordância
maior do que nos dizigoticos.” (p. 18)
“Conclusões similares foram verificadas em estudos e que
havia influencia genética na suscetibilidade a carie nas dentições
decídua e permanente.” (p.19)
“Foi sugerido que vários fatores genéticos
podem estar envolvidos no processo da carie dentaria e
na maior similaridade de carie em gêmeos monozigóticos. Tais
fatores são: salivares e da microbiota bucal, tempo e seqüencia
de erupção dentaria, morfologia dentaria, forma do arco dentário,
espaço dentário e propensão a dieta.”(p. 19)
“Inúmeros estudos são realizados, investigando, principalmente,
a contribuição genética a carie dentaria por modificações
no tecido dentário mineralizado no metabolismo, do açúcar, nas funções das glândulas salivares e resposta imune” (p. 21)

“Extração e purificação de ácidos nucléicos: os estudos
genéticos necessitam de ácidos nucléicos íntegros e sem contaminantes
que possam eventualmente prejudicar os testes
moleculares. A extração de ácidos nucléicos pode ser realizada
de varias maneiras, uma vez que muitos protocolos de
extração foram descritos.” (p.22)

“O primeiro passo a ser
realizado e a obtenção do material genético, que pode ser de
células animais, células vegetais, de vírus ou bactérias. Apos a
coleta do material, as células precisam ser separadas. Se estas
forem provenientes de meios de cultura, a separação pode ser
realizada por meio de centrifugação. Quando as células são
obtidas de um tecido, este deve ser homogeneizado. Depois
de as células serem separadas, a etapa seguinte consiste na lise
destes. O método desta ruptura celular varia de acordo com o
tipo de célula, geralmente e realizado por meio de uma enzima,
mas deve ser muito suave para evitar a quebra da molécula de DNA.” (p. 22)

 “Eletroforese: e utilizada para visualizar fragmentos
de DNA que são produzidos pela digestão com enzimas de
restrição. Em uma matriz feita de agarose ou poliacrilamida,
os DNAs, quando submetidos a um campo elétrico, em pH
neutro, são atraídos para o polo positivo (anodo) e repelidas
do polo negativo (catodo).” (p. 23)


“Alem do DNA a ser analisado,
também e colocado um marcador de peso molecular que
servira como ponto de referencia, pois forma fragmentos em
pontos específicos e de tamanho diferentes. Normalmente o
marcador usado e o DNA do fago lambda, digerido com uma
enzima de restrição HindIII.” (p. 23)

“No primeiro passo, o
tubo e submetido a uma alta temperatura, normalmente 94°C
por 5 minutos, para que haja ruptura das pontes de hidrogênio
e separação das fitas de DNA. No segundo passo, a temperatura
diminui para 30-65°C por 30 segundos, para que os primers
se anelem as seqüencias complementares no DNA. A ultima
etapa consiste em temperatura em torno de 72°C, durante 2 a
5 minutos, a fim de a Taq DNA polimerase atue, executando a
síntese da nova cadeia. Repetindo-se os passos por cerca de 25
a 30 ciclos, milhões de copias do DNA serao produzidas. A PCR
e um método muito utilizado na identificação de patogenos
associados a carie, placa bacteriana e doença periodontal.”(p. 24)

“Polimorfismos de tamanhos de fragmentos de restrição
(RFLP): o RFLP (Restriction Fragment Lenght Polymorphism) e
um método utilizado na detecção de mutações e polimorfismos
genéticos por meio de enzimas. Com o advento da PCR e
do conhecimento e da disponibilidade das seqüencias de DNA
em bancos genomicos, o método passou a ser utilizado no formato
PCR-RFLP, que permite analisar fragmentos de tamanhos
menores.” (p. 27)

“ Amplificação Alelo Oligonucleotideos-Especifica (PCR-
-ASO): a PCR-ASO (Allele Specific Oligonucleotide Amplification)
e uma adaptação da PCR e também e conhecida como
ARMS (Amplification Refractory Mutation System)46. E um sistema
que permite analise direta de qualquer lócus genético
de interesse e pode ser aplicado para detecção de mutações
genéticas de forma simples, rápida, confiável e de baixo custo.” (p. 28)

“Reação em cadeia da polimerase utilizando primers
arbitrários (Arbitrarily Primed PCR) -AP-PCR: A técnica de PCR,
utilizando primers arbitrários (AP-PCR), consiste em uma variação
da técnica de PCR. E caracterizada pela utilização de
iniciadores de seqüencia arbitraria em ciclos de baixa estringencia,
gerando um padrão de informações altamente ricas e
reprodutíveis de fragmentos de DNA.”(p. 29)

“Microarrays (microarranjos de DNA): nesta técnica, os
fragmentos de genes sao fixados em lamina de vidro ou membranas
de nylon, conhecido também como bioship ou ship
biológico. Uma imagem da hibridização e gerada por meio de leitores a laser ou leitores de fósforo. Tem como finalidade
medir níveis de expressão de genes transcritos em larga escala,
ou seja, esta técnica analisa o perfil do transcriptoma. Por
causa da alta performance desta técnica, e possível avaliar a
expressão diferencial de milhares de genes em somente um
experimento.” (p. 30)

“Checkerboard DNA-DNA hybridization: e uma técnica
da biologia molecular, que verifica o grau de similaridade genética
em seqüencias de DNA e usado para verificar a distancia
genética de duas espécies bacterianas, por exemplo. E
muito utilizado em estudos sobre patologias periodontais ou
para verificação de bactérias do biofilme dental.” (p.31)

“A carie dentaria continua sendo uma doença muito
prevalente na população mundial, mas que pode ser prevenida
ou controlada. Os avanços na biologia molecular e nas
tecnologias geradas nos últimos anos permitiram que novas
abordagens acerca desta e de outras doenças bucais fossem utilizadas.” (p.32)

“(...)importante que o cirurgião-dentista esteja atualizado quanto
as alternativas de métodos de diagnostico existentes atualmente.
Poder saber se o seu paciente tem uma predisposição
genética a desenvolver carie dentaria, problemas periodontais
ou reabsorções radiculares, a partir do DNA das células da
mucosa epitelial da boca(...)” (p.33)

“Existem ainda pacientes que apresentam
fortes fatores de risco para o desenvolvimento da doença
periodontal, como o fumo, ma higiene bucal, acumulo de
calculo gengival e trauma oclusal, embora estejam livres desta doença.” (p.34)



quarta-feira, 4 de maio de 2011

Hipertermia Maligna

 Interessante!!!
Contida na revista CIÊNCIA HOJE
vol.44  nº 260

 
Algumas pessoas que se submetem a cirurgias reagem à anestesia geral, durante a operação ou mais tarde, de maneira anormal, apresentado rigidez musculas, aumento rápido da temperatuda, instabilidade cardíaca e outras disfunções, que em muitos casos levam à morte. Esses sinais clínicos, identificados há menos de 50 anos, caracterizam a hipertermia maligna. Ela é causada por mutações genéticas que alteram o processo de contração muscular e é desencadeada principalmente por alguns anestésicos. Os índices de mortalidade, porém, têm sido reduzidos por meio de medidas como a disseminação de informações sobre a doença, o diagnótico precoce.

A hipertermia maligna é uma doença genética decorrente da modificação de um gene, que tem sua expressão no músculo esquelético. O "alvo molecular" principal( emtre 50% e 70% dos casos) da hipertermia maligna é uma proteína , chamada de receptor da rianodina tipo 1( e conhecida pela sigla RyR1), produzida no interior da fibra muscular.
Esse receptor regula a quantidade de íons cálcio que deve ser liberada pelas células musculares para ativar a contração muscular. A mutação do gene que contém as instruções para a síntese do RyR1 leva à alteração funcional de proteína e pode provocar a fraqueza muscular, além de contraturas(contração mantida dos músculos). No caso da mutação que provoca a hipertermia maligna, o RyR1 torna-se altamente sensível aos anetésicos gerais e ao relaxante muscular succinilcolina,também usado durante a anestesia, resultando em liberação de grande quantidade de cálcio para o interior da fibra muscular.
Embora o organismo tenha vários mecanismos encarregados em manter o equilíbrio do cálcio intra celular, nos portadores dessa anormalidade genética a liberação desse íon é tão grande que excede a capacidade de organização de regulação. O excesso de cálcio causa contratura intensa do músculo, ativa o consumo de oxigênio e com isso a produção de gás carbônico,levando a um aumento rápido na produção de calor e ativação de enzimas que destroem a membrana das células musculares. A distruição da membrana permite a saída de componentes da célula, inclusive o cálcio e uma enzima própria do músculo,a creatina-fosfo-quinase(CPK), para o meio extra celular e daí para a corrente sanguínea. A identificação do aumento da concentração dessas substâncias no sangue auxilia do diagnóstico clínico da doença.
Existem vários relatos de casos de hipertermia maligna em pessoa que submetem a exercícios físicos, agudos e extenuantes.Os casos mais comuns estão associdados à provas de sufuciência física de ingresso para forças armadas.
Os protadores de hipertermia maligna podem ser totalmente assintomáticos. Nesse caso, como jamais suspeitaram da existência da doença, é muito dificil detectá-la nos exames pré-operatórios. Alguns sinais de sintomas, como má-formação óssea e muscular, aptidão muscular aumentada ou reduzida, histórico de febre sem causa aparente, de cãibras frequentes e de doenças oculares e otorrinolarinológicas  são apenas sugestivos de hipertermia maligna.
Durante algum tem acreditou-se que a hipertermia maligna afetava apenas os caucasianos, o grupo humano de pele mais clara. Entretanto, são relatadas casos letais em todos os países e,portanto, a doença, que atinge homens e mulheres, não é exclusiva de um grupo etníco. A incidência é muito maior nas famílias onde o gene anormal já está presente: se um dos pais tem esse gene dominate, a chance de cada filho ter a doença é de 50%. A incidência, que varia muito ente os países, é relativamente baixa. Estima-se, hoje, que em crianças a incidência seja de uma para cada 10 mil circurgias, e em adultos de uma para 50 mil. No entanto, o grande número de cirurgias realizadas no mundo - só no Brasil são mais de 10 mil cirurgias por dia - tem levado ao aumento dos casos. Vale ressaltar que, em função da redução da mortalidade e ao desenvolvimento de novos meio de diagnóstico e de tratamento, o nº de portadores de hipertermia maligna tende a crescer. 

Fique Informado

 
Alimentação:
Uma alimentação perfeita é primordial para a constituição de dentes sãos. Não é suficiente, e muitas vezes até desnecessário, dar cálcio. Muitos pais acreditam que, dando cálcio, está resolvido o problema para conseguir dentes fortes. Sem dúvida, o cálcio, um dos principais elementos da constituição dos dentes, é muito importante. Mas necessita ser aplicado na época oportuna, quando o dente está em formação. Além do cálcio, são importantes para a constituição de dentes fortes: fósforo, vitaminas, principalmente A, C e D. É mais desejável, porém, que esses elementos sejam fornecidos ao organismo através de alimentos, do que de drogas. Para isso, deve haver a orientação do médico pediatra
Escovagem dos dentes:
A escovagem deve iniciar-se, na criança, o mais cedo possível. A princípio, deve ser executada pela mãe, já que a criança, antes de ter habilidade suficiente para tanto, necessita de que seus dentes sejam limpos. Os fabricantes de escovas de dentes oferecem um tamanho infantil muito próprio e atrativo. A escovagem à noite é a mais importante, porque, durante a noite, há uma diminuição considerável de excreção salivar, que é um dos elementos naturais e benéficos de limpeza dos dentes
Fluoração:
Está comprovado, estatisticamente, que o flúor tem uma influência altamente significativa sobre os dentes, diminuindo a incidência de cáries. Pode ser administrado de duas maneiras: a) aplicações tópicas sucessivas, sobre a superfície dos dentes; b) ingestão prolongada de um sal de flúor diluído na água. Algumas cidades, inclusive Uruguaiana, adicionam flúor na água potável. Este segundo meio é consideravelmente mais eficiente, desde que o flúor seja ingerido quando os dentes estão em formação e por um período prolongado. No entanto, reputamos mais importante do que a aplicação tópica do flúor, ou mesmo do que sua ingestão, uma escovagem perfeita dos dentes
Exames Periódicos:
De 6 em 6 meses, os dentes devem ser examinados por um odontólogo, a fim de que as cáries sejam tratadas quando ainda incipientes
Tratamento Ortodôntico:
A correção dos dentes tortos não têm um resultado unicamente estético. Os dentes em má posição são altamente suscetíveis às cáries e à paradentose (vulgarmente chamada de piorréia)
Cuidado com os doces:
Os doces são gostosos, mas são um dos principais fatores coadjuvantes da cárie. Não podemos proibir as crianças de comerem doces. Sugerimos que comam quanto quiserem, mas de uma só vez, e logo depois, escovem bem os dentes.

Cuide-se !!!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Genética

Matéria Interessante !!!

GENE DO ALTISMO

Contida na revista CIÊNCIA HOJE
Vol.44  nº 260

Novas provas científicas foram consideradas que o autismo tem causas genéticas.O altismo é marcado por problemas de comunicação social e comportamento  repetitivoem em crianças, suas causas têm sido difíceis de detectar, mas, nos últimos anos, a origem genética vem sendo reforçada.
Assim, estudos feitos em cerca de 4,7 mil crianças foram detectadas variações genéticas resultantes da exclusão ou da repetição de diminutos segmentos do DNA e tiveram resultado de que cinco deles ligados ao modo como os neurônios fazem conexões entre si. Na segunda pesquisa feita com cerca de 10 mil crianças portadora do quadro, identificou variações na região do cromossomo 5(que ao todo os seres humanos tem 23 pares de cromossomos, que são moléculas de DNA "enovelados"). E que essa variação resultaria o almento de 20%  de risco para a doença e que ocupam posição entre dois genes que prduzem moléculas também ligadas à conexão das células nervosas.
Existe um Hospital Infantil na Filadélfia(Estados Unidos) ao qual são filiadas essas equipes de pesquisa, e suas intenções é desenvolver um teste para parentes de crianças autistas nesse hospital.
Recentemente surgiu a hipótese de que o autismo e quadros semelhantes podem estar relacionados com a deficiências também da vitamina D, mas estudos tem sido feitos para comprovar ou descartar essa ligação.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Odontopediatria



Cuidados Odontológicos para crianças




Para ter uma higiena bucal saudável pela vida inteira, é preciso começar a prevenir desde criança.
Os cuidados odontológicos podem começar já na gestação quando a futura mamãe é instruída sobre hábitos alimentares. Muitas vezes o medo faz com que algumas crianças, não queira ir ao dentista achando que vão ser machucadas. Com experiência no assunto o dentista faz com que a criança perca este medo e a prática de ir ao dentista para cuidar dos dentes. Tornando a visita ao dentista (Odontopediatra) bastante humorada(o) e divertida(o).


O que é a Odontopediatria?


Área da odontologia que visa monitorar a saúde e corrigir precocemente os desvios do padrão de normalidade desde cedo.
A prática da Odontopediatria faz com que a consulta seja agradável e simples para não causar panico nem traumas, a fim de que prduzir sensações de bem-estar, higiene bucal e um lindo sorriso saudável.


Com que idade devo levar meu filho ao dentista?


A primeira consulta deve ser realizada antes do nascimento dos primeiros dentinhos, ou seja, antes dos seis meses de vida. O ideal seria que a mãe, ainda grávida, procurasse o seu dentista para que ele a orientasse quanto aos cuidados com a saúde bucal de seu bebê, pois os dentes começam a se formar ainda na barriga da mãe.


A mamãe será orientada pelo odontopediatra a respeito da importância dos dentes decíduos (dentes de leite), sobre os sintomas que acompanham o nascimento dos dentes, a importância da amamentação natural nos primeiros seis meses, uso racional da chupeta e da mamadeira, evitando a instalação de hábitos nocivos, etc.


Crianças pequenas podem ter cáries?


Sim, e com muita facilidade pois pelo fato de as crianças ainda serem pequenas não têm coordenação motora suficiente para realizar os movimentos corretos que irão limpar os seus dentes.


Fique de olho e auxilie.
Segundo o especialista em odontopediatria a criança em idade pré-escolar deve ser motivada pelos pais a fazer a escovação, um adulto que deve observar como a criança escova e orientá-la como se deve fazer. Essa atitude irá ajudar a educa-la na escovação incentivando que se deve escovar os dentes sempre após as refeições.


Além de permitir que a criança comece a escovar os próprios dentes e importante que ao menos 2 vezes no dia, preferencialmente após o almoço e antes de dormir um adulto ajude no final da escovação para remover a placa bacteriana e os restos alimentares, já que as crianças anda não tem maturidade e acabam brincando com a escova.


Lembre-se que importante elogiar a criança e faze-la com que esteja presente no momento em que os pais estejam escovando seus próprios dentes isso irá dar mais confiança ao pequeno(a).

 Como deve ser a escovação?

Os pais devem escolher uma escova de cabeça pequena, cerdas macias e arredondadas. A criança pode sentar-se no colo da mãe, quando muito pequena, ou então ficar em pé, de costas para a mãe e com a cabeça apoiada em seu peito. Com a mão esquerda a mãe afasta lábios e bochechas e com a direita executa movimentos circulares e de vaivém com a escova.
O creme dental não deve ser utilizado em crianças que ainda não saibam cuspir, evitando a ingestão do flúor, que poderá manchar os dentes permanentes em formação. Em crianças maiores, utilizar apenas uma pequena quantidade (tamanho de um grão de ervilha). O fio dental deve ser introduzido o mais cedo possível, criando o hábito de ser utilizado junto com a escova dental.

Quando e como a chupeta deve ser utilizada?



O odontopediatra avalia que quando o bebê suga o seio para mamar, não está apenas se alimentando, mas também satisfazendo o seu lado psicoemocional. Ele pode estar bem alimentado, mas não exerceu plenamente o ato da sucção. Quando isto ocorre, a chupeta deverá ser utilizada de forma racional, pois a freqüência e/ou o uso prolongado poderão causar alterações dentárias, desvios no crescimento dos maxilares e alterações na deglutição, respiração e fonação.
Ela não deve estar sempre á disposição da criança como se fosse um brinquedo, devendo ser oferecida somente após as mamadas e removida assim que o bebê adormecer. Evitar que a criança passe a noite toda com a chupeta na boca e jamais a pendure ao redor do pescoço do bebê com fita, corrente ou fralda, pois além de haver o risco de estrangulamento, pendura-la e deixa-la acessível favorecerá a instalação do hábito, que quanto mais tempo persistir, mais difícil será elimina-lo e mais danos poderá causar.